Por idade
+ 15 anos de contribuição como pessoa com deficiência.
Aposentadoria PCD
Se você possui uma deficiência e contribuiu para o INSS, existe uma regra específica que pode reduzir sua idade ou seu tempo de contribuição.
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Um direito pouco conhecido
Muitas pessoas trabalham, constroem uma carreira e contribuem normalmente para o INSS, mas nunca ouviram falar da aposentadoria PCD.
Condições sensoriaisVisão monocular, baixa visão ou perda auditiva.
Mobilidade e condição físicaDeficiência física, mobilidade reduzida, amputação ou perda de membro.
Condições intelectuais e permanentesDeficiência intelectual ou outras limitações de longo prazo.
Ter uma dessas condições não garante automaticamente o benefício. O INSS considera sua condição, há quanto tempo ela existe e como interfere na sua rotina.
Duas regras possíveis
Por idade
+ 15 anos de contribuição como pessoa com deficiência.
Por tempo de contribuição
Sem idade mínimaComparado à regra geral, a diferença pode ser significativa.
O grau não é definido pela própria pessoa nem apenas pelo laudo particular. A avaliação é feita durante o processo no INSS.
Uma diferença essencial
Você pode trabalhar normalmente, ter carreira, renda e independência e ainda assim se enquadrar nas regras da aposentadoria da pessoa com deficiência.
Dúvidas reais

O grau leve também pode gerar direito. O que muda é o tempo exigido — não a existência do direito em si.
Isso não impede o direito. A aposentadoria PCD não exige incapacidade para trabalhar.
O laudo ajuda, mas não é o único elemento analisado.
Ela não precisa existir desde o nascimento.
Uma negativa não significa automaticamente que não existe direito. É preciso entender o motivo.
Como o INSS analisa
Ele sozinho não decide o direito.
Cada condição tem características próprias.
O tempo de convivência com a condição importa.
Quanto tempo você contribuiu enquanto ela já existia.
Como ela interfere no dia a dia, na mobilidade e na comunicação.
Laudos, exames e o histórico junto ao INSS.
Leve, moderado ou grave — definido durante o processo.
É por isso que duas pessoas com o mesmo diagnóstico podem receber respostas diferentes.
Documentos
Não tem tudo isso? Isso não significa que você perdeu o direito. Primeiro é preciso entender a sua história.
Como funciona a conversa
Você envia uma mensagem e explica sua situação.
A Dra. Ana Paula avalia sua condição e seu histórico de contribuição.
Você entende as possibilidades existentes no seu caso.

Quem analisa o seu caso
Advogada Previdenciária
Atuação voltada aos direitos das pessoas com deficiência e aos benefícios do INSS. Cada situação é analisada individualmente, considerando a legislação, o histórico previdenciário e a realidade de cada cliente.
Quero entender o meu casoEste escritório presta serviços jurídicos privativos da advocacia. Não há garantia de resultado.Em poucos minutos
Entenda por que o diagnóstico é apenas uma parte da análise e quais informações podem fazer diferença no seu caso.
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O próximo passo pode ser simples
A resposta não está apenas no diagnóstico.
Está na sua história.
Cada pessoa possui uma realidade diferente. Antes de tomar qualquer decisão, vale entender como as regras se aplicam ao seu caso.
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Endereço
Av. Pedro Adams Filho, 5757 — Sala 1706Ao lado do INSS de Novo Hamburgo.